quarta-feira, fevereiro 28, 2007

as paredes aparecem... Ondjoyetu cada vez mais de pé!

Ora vejam bem que já lá vai por aí a cima. Estamos a tentar avançar o mais rápido possível. Obrigado pela coragem que nos têm dado. Esta casa está a crescer graças a muitos contributos de muitas formas... Não desanimem que nós tentaremos continuar animados por Aquele que nos chama.
Já agora: Não sei se todos sabem mas a renúncia quaresmal será para apoiar a geminação das dioceses e claro este projecto missionário e no dia 14 de Abril haverá um espectáculo em Fátima com o Luís Represas... São dois modos de contribuir monetáriamente mas não dexem de continuar a contribuir com as vossas orações são tão importantes como cada cêntimo de Euro. Twapandula!
tchauê!
P.David

domingo, fevereiro 25, 2007

O "Esqueleto" já está

Olá @migos e visitantes.
Porque uma imagem vale mais que mil palavras, fico por poucas.
Segue mais uma foto que mostra uma nova fase da nossa casa. O esqueleto, ou seja, a estrutura em ferro já está toda montada.
Dá gosto ver "Ondjoyetu" a crescer.
Uma boa semana para todos.
P. Vítor Mira

segunda-feira, fevereiro 19, 2007

A casa toma forma

Bom dia @migos e visitantes.
Desta vez não digo muitas palavras.
Segue mais uma foto para que possais acompanhar a evolução da construção da nossa casa.
Esperamos que lá para o fim da semana possamos enviar outra com mais novidades.
Até lá. Votos de que passem bem e muitos cumprimentos.
P. Vítor Mira

segunda-feira, fevereiro 12, 2007

Pequenos passos de um projecto

Olá @migos. Já há uns dias que não dizemos nada e por aqui vão mais umas palavras que querem ajudar a manter a união entre todos nós neste projecto missionário. Por aqui o calor aperta – estamos na época mais quente do ano. O nosso trabalho continua com o ritmo que adquiriu há uns meses: durante a semana estamos no Sumbe a acompanhar os trabalhos da casa, ao sábado a equipa vai ao Gungo e regressa ao domingo à noite. Devemos dizer que é um ritmo bem intenso. Ultimamente eu tenho ficado pelo Sumbe pois agora também estamos a trabalhar na casa ao sábado. Durante a semana as missionárias leigas que estão connosco colaboram do Centro de Formação Ondjango, que pertence aqui à diocese, além de prestarem um apoio precioso à equipa que está na obra: Sr. Rui, P. David e eu (com os outros trabalhadores). Como podem ver pela foto, as obras vão avançando. O ritmo mais lento do que gostaríamos. Temos alguma dificuldade em encontrar pessoal especializado em construção e também é difícil conseguir os materiais. Às vezes falta a água, agora também não há brita e na sexta queimou-se o motor da betoneira (graças a Deus emprestaram-nos uma por três dias). O tijolo, ferro, cimento e outros materiais têm que ser comprados em Luanda, que fica a 330 km daqui. Mas, apesar destas e outras dificuldades, vamos caminhando. Como vêm, o armazém (à direita) está quase pronto para levar cobertura, tal como os anexos do fundo. Também já iniciámos o enchimento da viga de fundação que tem que ser feita aos poucos por falta de madeira para confrar. Depois já começaremos a aplicar a estrutura metálica que trouxemos nos contentores. O espaço do sistema de fornecimento de água também já está mais adiantado. Deus é a nossa força e por isso dá-nos coragem para ir em frente. Mais uma vez agradecemos a todos os que nos acompanham e apoiam de tantos modos. A vossa presença e apoio é-nos preciosa. A todos o nosso muito obrigado e continuemos juntos. P. Vítor Mira

terça-feira, janeiro 23, 2007

Os cabouqueiros

Pois é as obras já começaram há algum tempo mas só agora estamos na casa propriamente dita. Ontem segunda-feira, dia 22 de Janeiro de 2007, foi o dia de iniciar a cavar os caboucos para assentar o alicerce da nossa casa. Aparecem 2 "cabouqueiros" na foto mas são muitos mais aqueles que estão connosco em cada enchadada. Estão as jovens leigas da equipa missionária (e bem duras que têm sido as pedras para elas...) e uma infinidade de missionários que ajudaram e ajudam hoje ainda para que Ondjoyetu (A nossa casa) seja uma realidade cada vez mais próxima.
Está para breve a bênção da primeira pedra. Já se fala na data de inauguração... fiquem connosco.

terça-feira, janeiro 16, 2007

Novo Jipe já Rola

Depois da recepção do nosso novo jipe em Luanda, na quinta-feira, 11 de Janeiro, regressámos ao Sumbe.
Na sexta-feira foi feita a bênção presidida pelo Sr. D. Benedito, no local onde estamos a construir a nossa casa.
Foi um dia de alegria e especial gratidão a Deus por ter tocado tantos corações que tornaram possível este momento e termos um veículo para a nossa missão do Gungo.
E como o nosso jipe veio para a vida dura, no sábado fez a primeira viagem ao Gungo, levando-nos ao centro de S. Miguel da Chiala. Regressámos no domingo já com o nosso novo cavalinho branco, como lhe chama o P. David, cheio de capim e lama, mas ainda com um cherinho a novo.
Mais uma vez, um grande bem-haja a todos os que colaboraram nesta campanha.
Cumprimentos
P. Vítor Mira

quinta-feira, janeiro 11, 2007

O Nosso carro já chegou!

Olá a todos os que acompanham esta missão. O nosso carro já chegou. A campanha começou há cerca de 2 anos. Foram os autocolantes para escolas e catequeses, foi a campanha dos parafusos, o apoio da MIVA (uma ONG austríaca), tantos donativos anónimos... A todos muito obrigado. Assim já poderemos ir até à nossa e vossa missão com o nosso e vosso carro. Que seja mais uma ajuda para o nosso querido povo do Gungo. Nesta foto só estou eu mas chegará uma com todos os passageiros mais habituais. Um obrigado especial ao nosso amigo Sr Pinheiro que nos emprestou o carro que temos usado nestes 5 meses de missão: Obrigado Sr Pinheiro! Um grande "bem haja" pela sua generosidade. Ao longo desta semana estivemos em Luanda desde segunda-feira e chegamos há pouco à tarde. Um dos assuntos foi tratar dos últimos pormenores para podermos circular com o nosso carro. Neste fim de semana irá estrear-se nas picadas do Gungo. Nunca mais será branco como no dia da foto, chegará com riscos dos imensos paus da picada, vai trazer lama, as molas mais cansadas... Virá mais missionário e como nós irá gastando o que é ao serviço daqueles a quem servimos. Que Deus abençoe esta viatura. Força cavalinho! Leva-nos ao Gungo!

terça-feira, dezembro 19, 2006

Santo Natal a todos

Aos amigos, familiares, colaboradores e demais leitores desta mensagem a Equipa missionária em Angola do grupo Ondjoyetu deseja santas festas de Natal. Que a celebração do nascimento do Salvador renove em todos nós a vontade de contribuir para mudar o mundo. Que a todos nos dê mais vontade de vivermos a vida como uma missão que nos é dada. Ainda que tenhamos mais calor que muitos de vós, ainda que não recebamos o mesmo número de prendas ou vejamos os mesmos anúncios (nós cá nem vemos nenhuns!) o Natal é o mesmo e queremos que seja vivido na alegria. SANTO NATAL!

domingo, dezembro 17, 2006

Assim vai crescendo "A Nossa Casa"

Olá amigos e visitantes em geral. Aproxima-se o Natal e o nosso mestre de obras, o Sr. Rui já foi para Luanda para daí seguir para a Lusa Pátria onde vei ter umas merecidas férias. Nós, se Deus quiser, partiremos para a Donga, sede da nossa missão no Gungo, onde estaremos até dia 26, passando assim o Natal com a nossa comunidade. Durante esses dias não contem com notícias nossas. Por isso as obras da nossa casa no Sumbe estão agora paradas, vindo a ser retomadas no início do novo ano. Entretanto, e para terem uma ideia do caminho que fomos fazendo e do ponto da situação, partilhamos estas fotos que mostram a evolução da obra que é de todos nós. Gostaríamos de estar mais adiantados, mas acreditem que temos dado o nosso melhor. Cumprimentos a todos e votos de um Santo e Feliz Natal. P. Vítor Mira

sexta-feira, dezembro 15, 2006

Blogs das voluntárias

Olá amig@s! Já há um tempo que por aqui não deixava posta, pois aqui vai uma informativa... Eu e a Catarina já temos blog, criado em missão e para divulgar a missão. E qualquer havemos de blogar também a menina Soninha :) Aqui ficam os nossos endereços: Vera - www.missaoyetu.blogspot.com Catarina - www.linhasbreves.blogs.sapo.pt Visitem e comentem! Estamos juntos, tchauéééééé!

quarta-feira, dezembro 13, 2006

Olá amigos. O P. David já falou da nossa primeira ida à Chiala, um local que já era visitado por missionários havia 28 anos. Aqui vai agora uma foto de dois rostos e dois olhares de lá. A interpretação fica a cargo de cada um de vós. Cumprimentos meus e de toda a equipa. P. Vítor Mira

segunda-feira, dezembro 11, 2006

missão de muitos

Hoje num dos trabalhos que andámos a fazer, eu e o Pe Vítor, pus-me a pensar no número de pessoas que está em missão connosco. Estávamos a atar ferro e alguns estribos foram feitos por um sobrinho da Catarina Bagagem. Ainda há poucos dias estivemos a usar uns ponteiros que foram preparados por um serralheiro de S. Simão de litém, as janelas colocadas na Donga foram preparadas por um serralheiro de alumínios de Regueira de Pontes, e os que carregaram e os que deram outras coisas ou contribuiram para que as pudessemos usar e ter cá... Todos estão em missão independentemente do tamanho ou da quantidade das coisas ou das acções que tenham dado ou feito. É assim que tem sempre verdade a expressão: "Tamos juntos" e continuamos em missão!

quinta-feira, dezembro 07, 2006

Fomos ao desconhecido!

Olá missionários da tecla, No passado fim de semana, como era esperado por nós e pela comunidade fomos à Chiala. É uma comunidade que fica em território que faz fronteira com Benguela e no tempo da guerra era zona de divisão entre forças beligerantes. Durante muitos anos a assistência na fé que lhes foi possível foi através da diocese de Benguela com a deslocação das pessoas até ao centro mais próximo. isto fez com que desligassem do Gungo... a última missa lá celebrada foi em 1978. é verdade... a velha capela ainda está minada longe do centro do bairro.... vamos à frente! Para lá chegarmos capinaram uma picada de cerca de 4 quilómetros, cortaram arbustos e até árvores e vieram ao nosso encontro quando viram que estávamos a tardar... foi um encontro tímido mas cheio de esperança. O Pe Vítor já lá queria ter ido noutro tempo mas nunca foi possível... Mas desta vez fomos e dissemos que estamos cá para os servirmos. A alegria do encontro esteve sempre patente nos cânticos de acolhimento que duraram muito tempo... o povo espera de nós. Nós estivemos com eles e estaremos mais vezes. Ficamos assim com 4 zonas pastorais para assistir, mais uns quilómetros de picada para percorrer... E todos aqueles que nos lêem têm mais uns nomes para enriquecer o vosso léxico: S.Miguel da Chiala e S. Ana da Cauita são os nomes dos centros que compõem esta zona pastoral. Quanto ao número de bairros diremos mais tarde. Agora um agradecimento a todos os que seguem e participam desta missão. Twapandula a todos somos a grande família ONDJOYETU e estamos a construir "A nossa Casa". Tchauê! P. David

Ajudante presta contas!

Olá a todos. Faz hoje uma semana que cheguei da Donga. Certamente querem saber como correu o trabalho e se as tarefas foram cumpridas. Vou então prestar contas: Quanto à empreteitada do telhado foi concluída com êxito e terminada com o encaixe e rebitagem da cimeeira. A menina Sónia apertou um bom número de parafusos. Tem o dedo afinado para o gatilho da aparafusadora. Quanto às portas e janelas... tarefa concluída. Duas portas de côr Bronze e duas em côr natural do alimínio e as 4 janelas da côr do alumínio... Tudo no sítio e a funcionar (mais umas últimas afinações e ficará terminado). Como a empreitada durou mais que o previsto fizemos um telheiro para o forno que coseu os primeiros pães para nós comermos e assou um galinho que estava de estalo. Ah! o trabalho. Sim esta empreitada foi concluída. Não falta que fazer para continuar. Muitos remates para fazer, a canalização, instalação das louças... As cortinas... Tudo a seu tempo! Escrevo isto para que imaginem. Vamos tentar mostrar com fotos mas quem quiser mesmo saber como é... só vindo cá e vivendo esta missão. Em duas semanas fez-se aparentemente pouco mas para os nossos ajudantes foi um tempo intenso de aprendizagem... Como ajudante do mestre Rui cá estão prestadas as contas da empreitada

sexta-feira, dezembro 01, 2006

A Missão Continua

Olá amigos e visitantes deste blog. Há dias que não dávamos notícias porque parte da cidade do Sumbe ficou sem energia eléctrica durantes vários dias e foram afectados os dois cyber-cafés que frequentamos e são o único meio de acedermos à Net. Mas a vida aqui continuou. Vai chovendo um pouco e fazendo muito calor. Estamos todos de saúde, graças a Deus. O P. David chegou ontem da Donga onde foi colocar o novo telhado na casa da missão. Primeiro esteve lá com o Sr. Rui, depois eu fui lá e ficou a Sónia - sobre a nossa viagem podemos contar depois - mais de 12 horas para percorrer 130 km. e tivemos que ser rebocados. Assim, a casa da Donga já tem telhado novo (lembram-se da história do transporte das chapas?), portas e janelas de alumínio. O P. David esteve por lá quase duas semanas repletas de histórias que depois contará. Mas valeu a pena. A casa da missão Donga já está coberta e fechada. Os trabalhos aqui no Sumbe também vão decorrendo bem. Gostariamos que andassem mais depressa, mas vamos ao ritmo possível. Logo que possamos daremos mais notícias. Cumprimentos a todos e obrigado pela vossa presença amiga manifestada de tantas formas. P. Vítor Mira

segunda-feira, novembro 20, 2006

Olá amigos

Hoje falo-vos da água, desse bem tão precioso e que valorizamos mais quandonos falta. Sei que em Portugal tem chovido bastante, até com cheias egrandes prejuízos. Por aqui Também tem chovido, embora não muito, pelo menoscá pelo litoral. Este é o tempo das “chuvas pequenas”. Entre Fevereiro eAbril virão as “chuvas grandes”. Mas, mesmo que pequenas, estas chuvas jáderam para que o panorama da paisagem, tenha passado do castanho e cinzentopara o verde. Mas vamos à água. Nós estamos a viver na cidade do Sumbe, no primeiro andar de um prédio dequatro apartamentos. Uma casa pequena e que fazemos por chegar para a nossaactividade.Não temos em nossa casa canalizada. Normalmente sai em duas torneiras queestão ao nível do rés-do-chão. É preciso lá ir com baldes e trazer para cimacolocando-a em bidões de plástico do quais depois tiramos para nosservirmos. Para o banho arranjámos um balde de plástico com torneira queapoiamos a um nível mais elevado; depois é só abrir a torneira. Quem quer,aquece a água no fogão, mas nem vale a pena pois com este calor… masvoltando lá abaixo, a água sai de manhã e à noite e é preciso estar atentopara ir logo a correr pois junta-se lá muita gente: do nosso prédio e davizinhança próxima e distante – baldes grandes e pequenos, bacias,caldeiros, tudo serve para levar o precioso líquido. Às vezes temos queesperar pela nossa vez, outras deixam-nos passar à frente porque somos doprédio. Quando a água vem com alguma pressão até é rápido, mas quando não,chega a demorar mais de uma hora para enchermos os bidões. No fim ficamostodos transpirados por causa deste calor húmido.Quando chegámos, em Agosto, a água já vinha um pouco turva pois é captadadirectamente do rio. Mas algum tempo depois a terra assentava edecantava-se. Até ficava mais ou menos. Mas desde que começou a chover, emais lá para o interior, o rio Cambongo aumentou o seu caudal e a água está não se vê o fundo do balde, mesmo apenas com dez centímetros de altura. Nos bidões nem ao fim de três dias ela fica clara. Mas agora, por exemplo, estápior porque há vários dias que não sai água e acabámos a reserva de casa.Temos que ir com os baldes à nossa obra buscar água aqui para casa.E para beber? A água mineral é cara: cada caixa de 18 litros custa a cercade 8,50 €. Também pode ser fervida, mas fica com um sabor nada agradável.Como alternativa temos ido junto de uma vila chamada Conda, que fica a 100km do Sumbe, três horas e meia de viagem para cada lado devido ao mau estadoda estrada/picada. Lá existe uma nascente de água potável que até sai morna.É uma viagem cansativa mas vale a pena. Da última vez trouxemos 635 litrosde água o que correspondeu a uma poupança de cerca de 300,00 €. Transportamo-la em baldes e garrafões que trouxemos nos contentores. Estamos a ver que toda esta água vai dar para umas três semanas porque o consumo é muito grande. Agora, com o Sr. Rui, que está a orientar a nossa obra, somos seis pessoas em casa. A água que trazemos da Conda serve para cozinhar ebeber. Com o calor que faz o consumo é muito grande. Eu, por exemplo, tenhodias de beber mais de três litros que sempre se vão transformando emtranspiração. Por falar em água (e para vos fazer crescer água na boca): ontem fomos a umapraia comprar peixe seco e encontrei por lá uns amigos pescadores dos temposem que estive por cá em trabalho missionário entre 1993 e 1996. Imaginem: foram ao mar, a uma gaiola própria onde as têm guardadas, buscar cincolagostas vivinhas que nos ofereceram com muita alegria. E nós, ao recebê-lase comê-las à noite, também ficámos bem contentes. E são estas algumas das linhas com que se tece esta missão.Segue a foto (espero que siga) da recolha de água na Conda. Obrigado pelos vossos ecos e cumprimentos a todos. P. Vítor Mira

quarta-feira, novembro 15, 2006

Depois dos blocos!!!

Depois de vermos a construção dos blocos, podemos ver agora as grandes movimentações junto da obra. Estão a terminar os preparativos para o inicio da construção!!!