O grupo missionário festeja esta data marcante e não podia deixar de agradecer e sublinhar o excelente trabalho desenvolvido ao longo destes anos e a sua paixão missionária.
Aqui fica também um excerto de um artigo da Revista Ecclesia.
P. Vítor: "Olhando para a linha da minha vida, recordo que a primeira “semente missionária”caiu no meu coração quando tinha cinco anos. (...) Aos 13 anos entrei para o seminário diocesano de Leiria devido também por influência do meu professor de Religião e Moral e do meu pároco. Já no seminário, lembro-me que gostava muito de ler a Audácia, de modo particular as bandas desenhadas em que via as actividades dos missionários. (...) Quando terminei o 12º ano no seminário diocesano ainda coloquei a hipotese de mudar para um instituto missionário, desejo que partilhei com as pessoas mais próximas. Mas tanto os meus formadores como a minha família não acharam a ideia
muito interessante.
muito interessante.Durante a minha juventude houve grandes fomes em Àfrica, especialmente na Etiópia. Não podia ficar indiferente àquelas imagens da tragédia humanitária de ver tanta gente a morrer à fome e com doenças. (...) A partir do contacto com o Evangelho fui percebendo que mais importante que dar algo é dar-se. Foi isso que Jesus fez ao incarnar.
À medida que a idade e os meus estudos de Teologia avançavam, ia sendo cada vez mais forte em mim o desejo de partir, de dar algum tempo da minha vida à Missão em países mais pobres, especialmente em Àfrica. A História, de que gostava muito, ensinava-me que aquela evangelização e encontro de culturas, de que se falava muito, tinha sido escrita com lindas páginas, mas também com algumas muito tristes e injustas. Como cristão e europeu sentia alguma responsabilidade nos dramas que Àfrica vivia.
Entretanto, soube que, como padre diocesano, podia partir como padre fidei donum para outro país. Também a leitura de algumas biografias de santos, o desejo de fazer uma experiência de fé mais existencial, o diálogo com algumas pessoas amigas e um forte apelo interior fizeram-me manifestar ao meu bispo a disponibilidade para dar algum tempo da minha vida à Missão.
Já perto da minha ordenação sacerdotal, vivi uma grande proximidade entre a opção vocacional e a de ir em missão para longe, porque ao partir sentia mais forte e verdadeira a minha radical decisão de entregar a minha vida a Deus pelo serviço dos irmãos.
Parti para a diocese do Sumbe, em Angola, ainda durante o meu primeiro ano de padre e por lá estive durante três anos e meio, tendo vivido uma experiência que foi ao mesmo tempo exigente e gratificante. De tal modo que ainda hoje continuo ligado à Missão. "
In Edição especial Agência Ecclesia – Em Missão, Out '08
Twapandula Patele Vítor pelo Amor que dedica ao povo do Gungo, ao Grupo Missionário, aos seus paroquianos...
Twapandula por fazer nascer e brotar nos nossos corações O Amor pelos nossos irmãos, e por ajudar-nos a viver como cristãos.
Twapandula pela sua coragem missionária, e por continuar a sonhar e contribuir por um mundo melhor.








Boa noite.
Como já foi dito, no passado fim-de-semana decorreu um acantonamento missionário no Poço da Chaínça, junto a Chão das Pias, promovido pelo Grupo Missionário Ondjoyetu.
Os ecos têm sido muito positivos e quem lá esteve gostou. Feito naquelas montanhas e com a presença do Sr. Vitorino, até deu para quase sentir que estávamos no Gungo.
Parabéns por mais esta iniciativa do grupo missionário e muita coragem para outras idênticas.
Aproveitamos para agradecer a todos os nossos amigos que nos visitaram na Feira de Maio, em Leiria; obrigado pelas vossas palavras de incentivo e apreço pelo trabalho que realizamos e também pelas vossas ajudas materiais; são todos estes gestos que fazem com que esta missão seja de muita gente. Obrigado também a todos os membros do grupo que se disponibilizaram para assegurar a aberura da nossa banca. Foram muitos dias e muitas horas... mas valeu a pena.
Cumprimentos a todos.
P. Vítor Mira










