Olá amigos e amigas, boa tarde.
Pode parecer estranho, mas até com melancias se faz Missão.
O nosso amigo Amândio, do Coimbrão, teve a feliz ideia de fazer uma plantação de melancias cujo lucro da venda reverte a favor do nosso projecto missionário.
Ele está a vendê-las na sua loja do Coimbrão, mas não está a dar vazão à produção.
Há pouco falámos ao telefone e ele deu-me conta da iniciativa, que eu ainda desconhecia, e da dificuldade que tem em escoar a mercadoria.
Segundo diz, as melancias foram criadas de forma natural, sem químicos, pesam entre 8 a 12 quilos e são muito saborosas; estão mesmo no ponto para serem comidas.
Certamente que não dá para cada um de nós ir ao Coimbrão comprar a sua melancia…
A minha sugestão é esta: se conhecerem lojas de aldeia ou de bairro que estejam interessadas em dar “despacho” às nossas melancias, entrem em contacto comigo. Depois vemos como fazê-las lá chegar e trataremos das condições de venda.
Outra hipótese é levar uma carrada para Leiria, combinar um sítio, e estar lá alguém para quem quiser passar e levar. Para isso precisamos de voluntários que possam ficar um tempito à espera dos clientes.
Vá lá, é mais uma oportunidade para nos mobilizarmos em função do nosso grupo e projecto. É uma pena se as belas melancias se perdem.
Fico à espera dos vossos ecos, respostas e propostas.
Um abraço.
P. Vítor Mira
domingo, agosto 15, 2010
Campanha da Melancia
Olá amigos e amigas, boa tarde.
Pode parecer estranho, mas até com melancias se faz Missão.
O nosso amigo Amândio, do Coimbrão, teve a feliz ideia de fazer uma plantação de melancias cujo lucro da venda reverte a favor do nosso projecto missionário.
Ele está a vendê-las na sua loja do Coimbrão, mas não está a dar vazão à produção.
Há pouco falámos ao telefone e ele deu-me conta da iniciativa, que eu ainda desconhecia, e da dificuldade que tem em escoar a mercadoria.
Segundo diz, as melancias foram criadas de forma natural, sem químicos, pesam entre 8 a 12 quilos e são muito saborosas; estão mesmo no ponto para serem comidas.
Certamente que não dá para cada um de nós ir ao Coimbrão comprar a sua melancia…
A minha sugestão é esta: se conhecerem lojas de aldeia ou de bairro que estejam interessadas em dar “despacho” às nossas melancias, entrem em contacto comigo. Depois vemos como fazê-las lá chegar e trataremos das condições de venda.
Outra hipótese é levar uma carrada para Leiria, combinar um sítio, e estar lá alguém para quem quiser passar e levar. Para isso precisamos de voluntários que possam ficar um tempito à espera dos clientes.
Vá lá, é mais uma oportunidade para nos mobilizarmos em função do nosso grupo e projecto. É uma pena se as belas melancias se perdem.
Fico à espera dos vossos ecos, respostas e propostas.
Um abraço.
P. Vítor Mira
quinta-feira, agosto 12, 2010
Missão na Aldeia da Mata
quarta-feira, agosto 11, 2010
o Padre David já chegou
segunda-feira, agosto 09, 2010
Descarga do Unimog
domingo, agosto 08, 2010
Parabéns Padre Paulo!
sábado, agosto 07, 2010
Missão Alentejo 2010
quarta-feira, agosto 04, 2010
4 anos de missão*
terça-feira, agosto 03, 2010
Memória da Missão
segunda-feira, agosto 02, 2010
Chegada do Unimog ao Gungo
sábado, julho 31, 2010
Partiu, mas está connosco
O nosso amigo Alberto Pinheiro dos Santos foi hoje a sepultar no Sumbe, cidade onde vive há muitos anos, ainda que seja natural do Seles, que dista cerca de 80 km.
segunda-feira, julho 26, 2010
Faleceu o Nosso Amigo Alberto Pinheiro
sexta-feira, julho 23, 2010
Mogui Mogui, o Elefante Missionário
Olá, muito boa noite e votos de bem-estar.
Certamente se recordarão que tenho andado a contar um pouco do que foi a minha visita à Linha da Frente nos meses de Abril e Maio. Nem sempre o tempo permite que se faça tudo o que se quer... mas pronto, cá estamos para continuar.
Depois de regressarmos do Chimbango - uma viagem longa e cansativa como tinha acotecido na ida - estivemos uns dias em casa. Mais à frente poderemos falar-vos um pouco disso.
No dia 7 de Maio subimos de novo ao Gungo, desta vez para a aldeia do Uquende. Fez parte da "expedição" um novo "missionário", o nosso Mercedes Unimog mais conhecido por Elefante Branco Mogui Mogui. Foi a primeira viagem que fez o que para nós foi motivo de grande contentamento e emoção. Era um sonho de há tanto tempo e uma grande necessidade para dar apoio aos nossos trabalhos junto do povo do Gungo.
Filmámos a sua saída de casa e mais alguns trechos da sua viagem. Até ao Eval Guerra foi o Sr. Gando que o conduziu, pois tem a carta de pesados. O P. David levou-o a partir daquela localidade, já na picada, pois aí não há policiamento e os seus conhecimentos são mais que suficientes para lervar o camião; aliás, está a tratar da documentação para poder conduzir o Mogui Mogui sem qualquer constrangimento.
Se Deus quiser, nos próximos dias apresentaremos outros episódios desta "saga".
Um abraço e bom fim-de-semana.
P. Vítor Mira
quarta-feira, julho 14, 2010
Elsa Pedro reforça Linha da Frente
quarta-feira, julho 07, 2010
Um Olhar Sobre Angola
Angola, um país recheado de tanta coisa diferente, onde as cores, os ritmos, os cheiros e os gostos nos transportam para uma realidade tão distinta da que estamos habituados no nosso país. Foi aqui que estive por um ano, integrada num projecto de Geminação entre a Diocese de Leiria-Fátima e a Diocese do Sumbe.
Ao chegar a Angola pela primeira vez, deparei-me com Luanda, uma cidade de contrastes onde o tudo ou nada, o poder e a submissão, estão presentes lado-a-lado. Se, por um lado, surge a riqueza de quem triunfa na vida, por outro, transparece uma multidão de gente que ainda não conseguiu ultrapassar as dificuldades impostas por trinta anos de guerra.
Ao sair da grande capital rumo à Diocese do Sumbe, no Kuanza-Sul, encontrei uma cidade mais pequena, onde o povo tenta a pouco e pouco ir melhorando a sua vida. A cada esquina se encontra alguém a desenvolver o seu pequeno negócio, e os que conseguem voltar aos estudos, tentam a todo o custo aperfeiçoar os seus conhecimentos.
Mas é mais para o interior, na região montanhosa do Gungo, que decorre a missão do nosso Grupo Missionário. Neste local apenas a 120 km. de distância da cidade, tal como ainda em tantos outros locais em Angola, a realidade vivida é completamente diferente, caracterizada pelo isolamento e por uma pobreza estrema. A esta comuna não chega a água canalizada nem a electricidade. Os acessos são tão difíceis, que tornam a chegada de bens essenciais e o escoamento de produtos da região numa tarefa verdadeiramente complicada. As escolas e os centros de saúde são em número muito reduzido e a maioria das pessoas não tem acesso a estes serviços. Por estas e muitas outras limitações consequentes da guerra vivida, podemos facilmente perceber que o povo do Gungo ainda se encontra muito marcado pelo passado.
No entanto, é espantoso verificar que mesmo perante tanta dificuldade, este povo demonstra uma vontade imensa de restabelecer a sua vida para poder chegar mais longe. É ao manterem viva a sua fé e ao sentirem uma enorme esperança num futuro melhor que surge a motivação para percorrer um caminho de vida que até então não tem sido nada fácil.
A Equipa Missionária foi recebida neste local com muito carinho, e pouco a pouco, com a ajuda de Deus, vão sendo dados passos conjuntos de forma a se tentar ultrapassar algumas barreiras. Assim sendo, têm-se desenvolvido formações na área da saúde, educação, pastoral, promoção feminina, etc.
Hoje, já estando de volta a Portugal, sinto que jamais poderei esquecer Angola e toda a magia que envolve aquele país e especialmente o seu povo. Como diz uma expressão muito usada por eles, e que sinto verdadeiramente no meu coração “ESTAMOS JUNTOS”.